To whom it may concer:
Tomo a liberdade de repetir os apontamentos de Nau, apresentados sob a sigla CECIM-I, agoracom uma designação mais evidente: COOPERATIVISMO. Espero que Administradores e Utilizadores deste espaço relevem esta draconiana atitude.
Melhores cumprimentos,
M.A.
CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONÁRQUICA
CECIM, por que não?
CECIM – IVR
Caro Netmendo,
1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.
Saudações cooperativistas,
Nau
CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONÁRQUICA
CECIM, por que não?
CECIM – IVR
Caro Netmendo,
1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.
Saudações cooperativistas,
Nau
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CECIM, por que não?
CECIM – IVR
Caro Netmendo,
1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.
Saudações cooperativistas,
Nau
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CECIM, por que não?
CECIM – IVR
Caro Netmendo,
1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.
Saudações cooperativistas,
CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONÁRQUICA
CECIM, por que não?
CECIM – IVR
Caro Netmendo,
1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.
Saudações cooperativistas,
Nau
Nau
