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cooperativismo

Grupos de análise e previsão :económica, social e politica-Instituto da democracia portuguesa (IDP), SEDES, entre outros

Moderator: Equipa Realistas

cooperativismo

Postby nau on Sat Apr 12, 2008 3:22 pm

To whom it may concer:

Tomo a liberdade de repetir os apontamentos de Nau, apresentados sob a sigla CECIM-I, agoracom uma designação mais evidente: COOPERATIVISMO. Espero que Administradores e Utilizadores deste espaço relevem esta draconiana atitude.

Melhores cumprimentos,

M.A.

CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONÁRQUICA

CECIM, por que não?


CECIM – IVR

Caro Netmendo,

1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.

Saudações cooperativistas,

Nau
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CECIM, por que não?


CECIM – IVR

Caro Netmendo,

1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.

Saudações cooperativistas,

Nau
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Caro Netmendo,

1. Dos visitantes deste espaço (não contando com o veterano e Bom Amigo Diogo Ventura) sobressai a sua intervenção por acertar, logo ao primeiro golpe de vista, no assunto que nos propomos discutir: o cooperativismo.
2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.

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Caro Netmendo,

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2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
7. Aqui detectámos as necessidades em causa e formulámos os projectos já apresentados à vossa consideração. Têm a palavra os visitantes.

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2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
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Cooperativismo

Postby nau on Sat Apr 12, 2008 3:23 pm

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2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
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Postby nau on Sat Apr 12, 2008 3:24 pm

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2. De facto, não é possível debruçar sobre o cooperativismo sem nos referirmos à figura incontornável de António Sérgio que, por vezes, se pretende apagar sob a designação de INSCOOP.
3. Por outro lado, qualquer referência ao Presuntivo Herdeiro da Coroa Portuguesa no espaço cooperativo, está reservada a diminuto número de pessoas, dado que a maioria dos corifeus e apologistas continuam a defender o princípio de doutrina politicamente neutra, desde que se afirme de esquerda progressista.
4. Nesta data, sobre o mesmo assunto, mas no “monárquicos.com”, tive a oportunidade de referir os primeiros passos do associativismo cooperativo em Portugal, que se esboça no reinado de D. Dinis, tendo terminado o meu apontamento com a seguinte frase: “Sem dúvida que a maior parte dos monárquicos do Século XXI têm andado muito distraídos”.
5. Neste espaço defendemos que a reforma das instituições da velha Lusitânia só é possível com uma reforma moral e social da comunidade, conforme sugerira António Sérgio, e essa é fácil de realizar através de pequenos grupos de indivíduos determinados a superar o egoismo de alguns, bem como a apatia de muitos, isto é, através do cooperativismo.
6. Normalmente, a cooperativa nasce de um acto libérrimo, pela decisão de indivíduos que se reunem e estabelecem um projecto que irão implementar para satisfação de necessidades da comunidade e dos próprios cooperadores.
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Cooperativismo

Postby nau on Fri Apr 18, 2008 5:04 pm

CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONÁRQUICA

CECIM, por que não?

CECIM-Vr


1. Quando me apercebi que, em vez de “COOPERATIVISMO”, se tinha introduzido a designação “CECIM-I”, sugeri que se transferisse os textos sob esta sigla para o adequado título, resultando a presente salgalhada.
2. Aos Leitores do tema “cooperativismo” e aos Administradores deste Forum vão os meus pedidos de desculpa, tentando eu manter a correlação entre os dois títulos para que não se perca o fio condutor à questão inicial.
3. Qual dos projectos que volto a listar teria foros de primazia na implementação de um processo cooperativista?, a saber:
a) Realcoop Consumo – Real Cooperativa dos Consumidores Motivados, CRL;
b) RUS – Real Universidade Senior, CRL;
c) Prelo Real – Livreiros e Editores, CRL;
d) RRL – Real Radiodifusão Lusitana, CRL;
e) LTM – Liga dos Trabalhadores Monárquicos (sindicato);
f) RAA – Real Academia das Artes, CRL;
g) RINT – Real Instituição para as Novas Tecnologias, CRL.
4. Talvez seja demasiada presunção da minha parte, mas estou convencido que os monárquicos necessitam mais de actos do que palavras, pelo que as siglas apresentadas poderão ser substituidas por outras mais sonantes, mantendo-se o desafio à acção concertada.
5. Quem viajar pela Internet encontrará vários espaços monárquicos e talvez se questione: tanta vitalidade! Por que não criar instrumentos para um diálogo mais profícuo entre pessoas da mesma comunidade? É isto o que aqui se propõe.
6. A cooperativa é uma “associação de pessoas que se unem voluntáriamente para atender as suas necessidades e aspirações comuns, económicas, sociais e culturais, por meio de empreendimento de propriedade comum e gestão democrática” – Recomendação 193 do OIT.
7. O objectivo de qualquer monárquico será, como se afirmou no primeiro apontamento, lutar “contra a massificação e castração do espírito de iniciativa que pretende tornar qualquer cidadão válido em pensionista do Estado e o Estado em tutor da comunidade”. Querem trabalhar para um futuro melhor? Vamos a isso!

Saudações cooperativistas,

Nau
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COOPERATIVISMO

Postby nau on Mon Apr 21, 2008 10:11 pm

CENTRO DE ESTUDOS COOPERATIVOS DE INSPIRAÇÃO MONARQUICA

CECIM, por que não?

CECIM-VIr


1. Alguns monárquicos, de novo, se interrogam acerca da necessidade de activarem um velho partido para, segundo eles, o movimento ganhar mais visibilidade.
2. De acordo com uma lógica partidária, tais organizações existem para defesa de correntes sócio-económicas com as quais se pretende orientar a gestão da comunidade, estas dividindo-se em neo-liberais, democratas-cristãs, socialistas, sociais-democratas, comunistas, etc..
3. Muitos dos monárquico revêm-se em algumas dessas correntes pelo que será praticamente impossível manter a punjança de um partido com tantas vontades divergentes.
4. Quanto às instituições políticas, estamos conversados. Os monárquicos têm presente que a Democracia só é possível na Monarquia, por esta não aceitar Chefes de Estado a prazo os quais existem apenas para apoiar ou contrariar a maioria sufragada.
5. Quando a instauração da Monarquia tiver lugar, todos os partidos políticos ora existentes continuarão a defender os seus princípios doutrinários, o mesmo acontecendo aos políticos que têm tido assento nas cadeiras do Poder.
6. A reforma moral e social da comunidade é possível a longo prazo através da doutrina cooperativa. Mas para aqueles que suspiram por uma organização de massas, continuamos a propor a “LTM – Liga dos Trabalhadores Monárquicos”, por esta compreender todas as correntes sociais-económicas atrás referidas, existindo apenas para a defesa dos direitos, quer de empregados, quer de empregadores, através do diálogo e arbitragem.
7. Nas eleições de 2004, o número de monárquicos declarados foi superior a 15000 logo, se estes contribuirem com 1.00 Euro por mês para o seu sindicato, deductível no respectivo IRS, a verba atingirá 15 000.00 Euros, mais do que suficiente para pagar a renda da sede, secretariado, avença a causídicos, etc..Vamos pensar no assunto?

Saudações cooperativistas,

Nau
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Cooperativismo

Postby nau on Tue Apr 22, 2008 10:58 am

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CECIM, por que não?

CECIM-VIr


1. Alguns monárquicos, de novo, se interrogam acerca da necessidade de activarem um velho partido para, segundo eles, o movimento ganhar mais visibilidade.
2. De acordo com uma lógica partidária, tais organizações existem para defesa de correntes sócio-económicas com as quais se pretende orientar a gestão da comunidade, estas dividindo-se em neo-liberais, democratas-cristãs, socialistas, sociais-democratas, comunistas, etc..
3. Muitos dos monárquico revêm-se em algumas dessas correntes pelo que será praticamente impossível manter a punjança de um partido com tantas vontades divergentes.
4. Quanto às instituições políticas, estamos conversados. Os monárquicos têm presente que a Democracia só é possível na Monarquia, por esta não aceitar Chefes de Estado a prazo os quais existem apenas para apoiar ou contrariar a maioria sufragada.
5. Quando a instauração da Monarquia tiver lugar, todos os partidos políticos ora existentes continuarão a defender os seus princípios doutrinários, o mesmo acontecendo aos políticos que têm tido assento nas cadeiras do Poder.
6. A reforma moral e social da comunidade é possível a longo prazo através da doutrina cooperativa. Mas para aqueles que suspiram por uma organização de massas, continuamos a propor a “LTM – Liga dos Trabalhadores Monárquicos”, por esta compreender todas as correntes sociais-económicas atrás referidas, existindo apenas para a defesa dos direitos, quer de empregados, quer de empregadores, através do diálogo e arbitragem.
7. Nas eleições de 2004, o número de monárquicos declarados foi superior a 15000 logo, se estes contribuirem com 1.00 Euro por mês para o seu sindicato, deductível no respectivo IRS, a verba atingirá 15 000.00 Euros, mais do que suficiente para pagar a renda da sede, secretariado, avença a causídicos, etc..Vamos pensar no assunto?

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